O retorno do diretor da Escola Classe Lobeiral, em Sobradinho, após 120 dias de afastamento preventivo, vem gerando repercussão nas redes sociais e manifestações de professores e funcionários da unidade.
As informações sobre o caso foram divulgadas pelo Fercal News – Sobradinho, que publicou relatos de servidores sobre episódios de conflitos e cobranças consideradas excessivas durante a gestão. Segundo a publicação, parte dos profissionais demonstra preocupação com o retorno do diretor às funções e defende que ele deixe a direção da unidade.
Entre os relatos divulgados pelo veículo está o de uma reunião na qual, segundo uma servidora, o diretor teria afirmado que poderia “matar algumas pessoas”. A funcionária relatou ainda que uma servidora teria deixado a sala após a declaração e que um boletim de ocorrência teria sido registrado.
A publicação também menciona conflitos relacionados à escolha de uma coordenadora e às avaliações de estágio probatório de servidores.
A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que o caso segue em apuração, sob sigilo, pela Corregedoria. A pasta esclareceu que o afastamento preventivo é uma medida cautelar e não representa uma decisão definitiva sobre os fatos investigados. Segundo a Secretaria, a legislação prevê até 60 dias de afastamento preventivo, com possibilidade de uma única prorrogação.
O diretor foi procurado para apresentar sua versão sobre os relatos divulgados pelo Fercal News – Sobradinho, mas não respondeu até a publicação desta matéria.
As acusações e relatos mencionados permanecem sob apuração. O espaço permanece aberto para manifestação do diretor.
Fonte: Fercal News – Sobradinho.
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