A morte de um bebê antes mesmo do nascimento voltou a provocar forte repercussão no Distrito Federal e reacendeu o debate sobre a estrutura da rede pública de saúde. O caso levou a enfermeira e pré-candidata a deputada distrital pelo PSD, Lídia Peres, a fazer duras críticas à gestão da saúde no DF e cobrar providências do Governo do Distrito Federal.
Segundo Lídia, a gestante percorreu diferentes hospitais em busca de atendimento e de uma vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, situação que, em sua avaliação, evidencia problemas estruturais na assistência prestada às gestantes de alto risco. A pré-candidata afirmou ainda que há anos denuncia a desativação da UTI Neonatal do Hospital Regional do Gama (HRG), unidade que, segundo ela, atende um elevado número de partos.
Em seu posicionamento, Lídia declarou que mortes que poderiam ser evitadas representam uma falha grave da gestão pública e defendeu que a ampliação da estrutura hospitalar seja tratada como prioridade. Ela também criticou a resposta do governo às cobranças relacionadas à saúde, afirmando que questionamentos sobre o atendimento prestado à população não deveriam resultar em medidas judiciais contra quem faz denúncias. Recentemente, a pré-candidata informou ter sido acionada judicialmente após manifestações sobre a situação da saúde pública no DF.
Para Lídia Peres, a falta de planejamento, investimentos e estrutura adequada coloca em risco pacientes e profissionais da saúde. A enfermeira defende que episódios como esse sirvam de alerta para a adoção de medidas que fortaleçam a rede pública e reduzam a ocorrência de novas tragédias.
Ao manifestar solidariedade à família atingida pela perda, a pré-candidata reforçou que o acesso à saúde é um direito constitucional e afirmou que continuará cobrando melhorias no atendimento prestado à população do Distrito Federal.
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