quarta-feira, 13 maio 2026
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CLDF ou Agência Secreta? Denúncia de espionagem transforma Câmara em roteiro de série política

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A Câmara Legislativa parece ter descoberto que “Big Brother” não era só programa de TV. Agora, segundo denúncia revelada na própria sessão da CLDF, a suspeita é de espionagem dentro da rede interna de computadores da Casa. Isso mesmo: ao invés de vigiar os problemas do Distrito Federal, há quem possa ter preferido vigiar colegas de corredor.

O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz, afirmou que a situação será investigada “com todo o rigor”. Tradução para o brasiliense cansado: a novela está só começando. Segundo ele, caso apareçam indícios de crime, a Polícia Civil do Distrito Federal e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios poderão entrar em cena.

Enquanto isso, servidores foram afastados e investigações internas abertas. Afinal, em Brasília, quando alguém fala em “monitoramento”, nunca se sabe se é auditoria, arapongagem ou só mais um capítulo do eterno seriado político chamado “quem grampeou quem”.

Os deputados Chico Vigilante, Max Maciel e Gabriel Magno destacaram a gravidade da denúncia e pediram punição caso irregularidades sejam confirmadas. Porque no discurso oficial tudo é muito firme, muito sério, muito rigoroso. Já o contribuinte do DF provavelmente só quer saber uma coisa: quem estava trabalhando e quem estava brincando de agência secreta dentro da Câmara?

No fim das contas, o cidadão brasiliense paga imposto esperando debate sobre saúde, transporte e segurança. Em troca, ganha roteiro digno de série de espionagem de baixo orçamento, com computadores, suspeitas e corredores cheios de “ninguém sabia de nada”.

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